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terça-feira, 2 de junho de 2015

Jon Snow knows nothing


Por favor, aturem-me. Precisava mesmo de falar sobre isto. Ou escrever para depois não me esquecer. Sou apaixonada pela personagem do Jon Snow, de Game of Thrones. Há qualquer coisa ali que me prende e faz temer pela vida...dele. Não pensem que sou fanática pelo actor e que se me aparecesse, agora, aqui à frente me ajoelhava e beijava o chão para ele passar. Nada disso. Eu gosto é do Snow, misterioso, ingénuo e conhecedor de tudo, afinal. Talvez o adore por se tornar um cliché. Ou seja, ele é o bonzinho, apelidado de bastardo, lá nos confins do mundo onde tudo é preto e branco. O virgem que faz amor com a selvagem na caverna. Mas, depois, é muito mais que isso. O facto de ter estado isolado daqueles que se andaram a esganiçar uns aos outros, permitiu-lhe desenvolver a sua força. A física, melhorou-a. A emocional, moldou-a. No meio de tanta gente na série, acaba por ser um dos que mais se destaca. Já demonstrou ser capaz de liderar e de usar a inteligência, humildade e justiça a seu favor. Contrariou a frase preferida da Ygritte: you know nothing Jon Snow. Mas, afinal sabe. Apesar de eu continuar a achar que esse know nothing está destinado a segredos maiores. Que mesmo sendo uma bastardo, não é um bastardo de quem é. Confuso?

Se não viram o episódio de ontem e não querem saber nada, parem de ler. Vou spoilar imenso. Depois de sete episódios um pouco aborrecidos mas com algumas pistas do que poderá acontecer no futuro, aparece-nos este oitavo. Onde mais uma vez o Snow é posto à prova. Na tentativa de aliar os Selvagens aos Corvos, o Jon (tratamo-nos assim) decide ir ter com os primeiros para os convencer. Promete-lhes segurança e terrenos em troca da sua lealdade. Lutarem, ao lado dele, contra os White Walkers. Claro que nem todos optam por seguir o seu caminho. Aqueles que disseram que sim, começaram por partir, em barcos. Quando, tcharan, os cães começam a dar sinal de algo. Lá estão eles, os White Walkers, prontos para vos dar cabo da raça. E pronto, fica tudo maluco. Em correrias, aos berros, etc. Parece-me que agora os selvagens já querem sair todos dali. Se costumam ver, sabem que o vidro de dragão é a única coisa capaz de matar os WW. O Jon armou-se em valente mais uma vez e decidiu enfrentá-los. Correu para dentro de uma cabana, na tentativa de encontrar uma adaga de vidro de dragão (que tinham levado para mostrar aos selvagens). Lá dentro, estava um giro tétrico de olhos azuis, pronto a matá-lo. Cambalhotas para aqui, cambalhotas para ali. O Jon falhou. Contudo, ainda foi capaz de agarrar na sua espada. Não custava nada defender-se com ela, embora fosse inútil para matar o walker. Mas não foi. Para grande admiração do Jon (e minha), a espada, outrora oferecida e adaptada por Jeor Mormont, foi suficiente para acabar com ele. O white walker desfez-se em . Resta-nos saber se todas as espadas feitas de aço Valiriano os destroem, tal como o vidro de dragão. Ou se têm mais algum segredo adjacente na sua criação. Também nos resta esperar para saber se o Jon vai tirar proveito disso. Sim, porque tem que se pôr fino. O clã dos walkers está desejoso por vê-lo morto. A ele, aos Selvagens e aos Corvos. E a toda a gente. A nós também. opiniões, sentimentos e bitaites de quem não leu os livros e só vê a série pela série, como se mais nada existisse

domingo, 24 de maio de 2015

Tag | Coisas que amo

Fui nomeada pela Dan do blog Shiu...É Segredo para responder à Tag Amo/Odeio. Tal como ela, decidi apenas mostrar dez coisas que gosto. Dez coisas que não estão relacionadas e que têm o seu cantinho especial nos meus interesses e na minha vida. Espero que amem ou odeiem!
1. Adorava esta Barbie por ser parecida comigo. Egoísta? Talvez não. Acho que todas as crianças gostam de ter um brinquedo que se assemelhe a elas. Eu não era excepção. Morena (a dar para o vermelho - a boneca já estava a adivinhar que, mais tarde, eu iria pintar o cabelo) e olhos verdes. imagem: amazon.com
2. Adoro cupcakes e muffins. Costumo fazer algumas vezes e inventar receitas. Como não podia deixar de ser, adoro fazê-los recheados de mirtilos! O mirtilo derrete e deixa a sua cor na massa. São deliciosos! Podem encontrar imensas receitas na net. imagem: vegkitchen.com
3. O genérico do Dexter sempre me fascinou. Momentos de tensão. Analogias que são feitas entre uma rotina matinal e o sangue vingativo das suas "acções". Foi das melhores séries que vi até hoje. Acompanhei desde o início e tenho imensa pena que tenha acabado num fim muito mal amanhado. imagem: artofthetile.com
4. Tirar pontos negros e borbulhas...aos outros. Sim, eu sei que não se deve fazer. Mas, às vezes, não consigo evitar. Estou a olhar para as pessoas e fico incomodada. Tenho que ir lá mexer e remexer. Adoro mas, ao mesmo tempo, dá-me nojo. O meu namorado é a minha principal vítima. imagem: corbisimages.com
5. Este momento do filme Orgulho e Preconceito. Amo tanto o livro como o filme. Como sou lamechas e romântica, este momento, agora retido, acorda sempre algumas lágrimas. Diferenças à parte... Enfim, deixem-me lá ser uma Bennet à vontade. 
6. A carpete do hotel Overlook no filme The Shinning. Sou uma devoradora dos filmes do Kubrick. Quando vi o filme pela primeira vez, fiquei fascinada com o padrão das alcatifas do hotel. Os meus ouvidos vibram quando o triciclo passa do chão para a alcatifa. É lindo e tão subtil.
7. Jon Snow. Oh, nem quero escrever. Gosto, pronto. É uma personagem com mágoas recalcadas. Vá bastardo, revolta-te. Winter is coming! imagem: fanpop.com
8. Adoro sushi! E gosto sempre de o comer com companhia. Há algo de didáctico  no seu consumo. Sou daquelas pessoas que comem sushi à lambão. Começo a comer e ninguém me pára. Sei apreciar o seu sabor, claro. imagem: corbisimages.com
9. Posters vintage. Os antigos cartazes (para comida, viagens, peças de teatro, decoração, etc) eram fantásticos! Se alguns revelam um incrível trabalho no que diz respeito às artes gráficas, outros são apenas giros. Não importa. São uma das minhas paixões e têm servido de inspiração para várias áreas da minha vida!
10. E, finalmente, este vídeo. Um gato a dançar. Foi dos primeiros vídeos que vi no youtube. A sua data de upload é de 2005. Já lá vão 10 anos e continuo a amar! É completamente alucinante. Cat, I'm a kitty cat and I dance, dance, dance

E estas foram dez coisas aleatórias que amo!Não vou nomear ninguém mas sintam-se à vontade para fazer o mesmo!É um desafio interessante pensar em tão poucas coisas que gostamos. A minha primeira reacção foi: ahhhhh mas eu não gosto de nada. Divirtam-se!

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Game of Thrones

Game of Thrones. Nunca tive interesse em vê-la. Um dia, dois amigos obrigaram-me a ver metade do primeiro episódio da primeira temporada. Bla bla bla, floresta, bla bla bla. Mas não consegui resistir ao momento mítico da “divisão dos lobos”. Sou muito sensível quando se trata de animais. Chorei oceanos a ver o Hachiko! A minha aproximação à série começou por aí. Cada irmão recebe um lobo. O bastardo Jon Snow fica sem nenhum até ao momento em que se apercebem que, afinal, ainda há mais um lobo. Mas não é igual aos outros. É todo branco, para combinar com o seu nome. É a velha história do patinho feio. Mas a sua simplicidade nunca perde a beleza. Quem nunca se sentiu assim? Ser tão diferente que, ficando para trás, vamos tão além.


Depois disto, devorei quatro temporadas no espaço de muito pouco tempo. Agora, estou há quase um ano à espera da série 5. Alguém me pediu uma definição desta série. É muito difícil. O IMDb diz-nos: Several noble families fight for control of the mythical land of Westeros.   Respondi: é sobre a vida e sobre a morte. Jogos de poder que acontecem em qualquer época e contexto. É uma série com um público muito vasto mas, como às vezes acontece, isso não lhe retira qualidade. Até domingo.